Ex-colega de JPMorgan processa banqueira por difamação após acusações virais de assédio sexual
Lorna Hajdini, banqueira do JPMorgan, entrou com ação por difamação contra ex-colega que a acusou de assédio sexual e discriminação racial em processo judicial. Hajdini nega todas as alegações e afirma que as acusações visavam extorquir milhões de dólares e arruinar sua reputação. O caso ganhou repercussão viral nas redes sociais, gerando memes e assédio contra Hajdini e sua família.
Contexto do processo
Lorna Hajdini, executiva do JPMorgan, moveu uma ação por difamação contra um ex-colega identificado como 'John Doe', que a acusou de assédio sexual e discriminação racial em um processo judicial aberto no final de abril de 2026. Hajdini negou categoricamente todas as alegações, classificando-as como 'inventadas' e parte de um 'padrão mais amplo' de acusações falsas feitas pelo ex-colega para ganho pessoal. Segundo o processo, as acusações tinham como objetivo 'extorquir milhões de dólares' tanto dela quanto do JPMorgan.
Impacto e repercussão
O caso ganhou notoriedade nas redes sociais, especialmente em páginas de finanças e memes, onde imagens e vídeos gerados por IA de Hajdini circularam amplamente, referenciando as acusações de assédio sexual. Hajdini afirmou em seu processo que ela e membros de sua família foram 'ridicularizados, zombados e assediados' após a viralização das alegações. Desde que as acusações foram feitas internamente ao JPMorgan em maio de 2025, Hajdini descreveu sua vida como um 'pesadelo diário e vivo', buscando tratamento de saúde mental para lidar com o 'grave sofrimento emocional'.
Posicionamento do JPMorgan
O JPMorgan manteve seu apoio a Lorna Hajdini desde as primeiras acusações internas. A instituição financeira não comentou diretamente o processo de difamação, mas seus representantes reforçaram que a empresa continua ao lado de Hajdini. Em comunicado, os advogados de Hajdini declararam que 'Lorna deixará suas contradenúncias falarem por si mesmas'.