Governo Trump acusa Smithsonian de promover 'ideologia ativista radical' em exposição de cultura pop
O governo de Donald Trump divulgou um relatório intitulado 'Saving America’s Story', criticando a exposição 'Entertainment Nation' do Smithsonian National Museum of American History (NMAH). O documento alega que o museu adotou uma 'ideologia ativista radical', com viés 'anti-branco', 'pró-imigrante ilegal' e 'pró-transgênero', além de distorcer a interpretação da história americana por meio de temas como raça, gênero e identidade.
Críticas à exposição 'Entertainment Nation'
O relatório do governo Trump destacou a exposição 'Entertainment Nation', que exibe artefatos icônicos como os sapatos rubi de 'O Mágico de Oz' e droides de 'Star Wars'. A administração criticou a abordagem do museu ao interpretar a história da cultura pop americana, especialmente em relação a temas como raça e identidade. Um dos alvos foi a exibição sobre o musical 'Hamilton', de Lin-Manuel Miranda, acusada de minimizar as contribuições de Alexander Hamilton à fundação dos EUA, apesar de reconhecer seu papel na fundação da Sociedade de Manumissão de Nova York, anti-escravagista. O governo também questionou a interpretação de personagens como Mickey Mouse e figuras LGBTQ+ na exposição.
Reações e contexto
O Smithsonian não se pronunciou oficialmente sobre o relatório. A exposição 'Entertainment Nation' é conhecida por destacar como a cultura pop reflete e influencia questões sociais, incluindo diversidade e representatividade. O governo Trump, no entanto, argumentou que o museu estaria promovendo uma narrativa distorcida, com ênfase em 'material sexualmente sugestivo' e interpretações consideradas parciais sobre figuras históricas e entretenimento.