Polícia da Holanda é acusada de agressão a mulher grávida em centro de refugiados
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram policiais holandeses agredindo e arremessando ao chão uma mulher grávida de nacionalidade alemã em um centro para solicitantes de asilo em Utrecht. O incidente ocorreu no dia 19 de maio de 2026 e gerou indignação internacional. A vítima alega ter tido um parto prematuro dias após a agressão.
Contexto do incidente
O caso aconteceu em um centro para refugiados na cidade de Utrecht, ao sul de Amsterdã, na Holanda. A mulher, identificada como cidadã alemã, acompanhava seu marido, um palestino, no local. Segundo relatos, a discussão começou após denúncias de ameaça e vandalismo envolvendo uma faca. A polícia alegou que agiu para 'garantir a segurança dos presentes e a sua própria', mas não confirmou se o casal era responsável pelas denúncias. O marido da vítima, Wesam Mekdad, reagiu à abordagem policial e foi contido.
Repercussão e consequências
As imagens da agressão circularam nas redes sociais e provocaram forte indignação. A mulher afirmou em entrevista à imprensa holandesa que sofreu um parto prematuro dias após o incidente e apresentou fotos da filha recém-nascida. Ela relatou que a confusão começou quando seu marido se descontrolou ao receber a notícia da morte de seu irmão em um ataque de Israel à Faixa de Gaza. A polícia holandesa informou que está revisando suas normas de atuação após o episódio.