Sobrevivente de explosão na Via Dutra relata trauma e momentos de desespero após acidente com carreta de GLP
Fabrício Vieira, de 50 anos, um dos sobreviventes da explosão de uma carreta carregada com Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) na Via Dutra, em Barra Mansa (RJ), descreveu o momento do acidente como uma 'bola de fogo muito grande', acompanhada de chuva de pedras e fumaça densa. Ele e um amigo conseguiram escapar, mas o trauma persiste: 'Não consigo dormir, não consigo parar de pensar nas pessoas morrendo'. O acidente, ocorrido no domingo (19), deixou mortos e a rodovia interditada.
Detalhes do acidente e relato do sobrevivente
O acidente envolveu uma carreta carregada com Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) que explodiu na Via Dutra, em Barra Mansa (RJ), no domingo (19). Fabrício Vieira, produtor rural de 50 anos, estava no local com um amigo, Leandro, quando a explosão ocorreu. Segundo seu relato ao G1, a cena se transformou rapidamente em uma 'bola de fogo muito grande', seguida por uma chuva de pedras e fumaça densa. 'O menino que estava comigo, o Leandro, que é meu amigo, gritou ''tombou''. Foi só isso que a gente lembra', afirmou Fabrício. Os dois conseguiram sair do veículo e correr para uma área segura, onde se abraçaram e choraram, aliviados por terem sobrevivido. Fabrício descreveu a sensação de desespero: 'Era muito quente. Achei que a gente fosse morrer por conta da fumaça, juro que pensei que ia cair a qualquer momento'.
Impacto e consequências do acidente
A explosão da carreta de GLP na Via Dutra resultou em mortes e deixou a rodovia interditada. Imagens enviadas por Fabrício mostram o estado de destruição do veículo em que estavam. O acidente gerou um grande impacto na região, com relatos de feridos e danos materiais. Fabrício mencionou que, mesmo após o ocorrido, o trauma persiste: 'Não consigo dormir, não consigo parar de pensar nas pessoas morrendo'. O caso reforça a necessidade de medidas de segurança no transporte de materiais perigosos em rodovias.