Metrô de São Paulo registra atendimentos de emergência em meio a superlotação e falhas no sistema
Funcionários do Metrô de São Paulo atuaram em emergências críticas, como parada cardiorrespiratória e convulsão, durante superlotação causada por falha no sistema de trens. Vídeos mostram agentes realizando reanimação com desfibrilador e massagem cardíaca até a chegada do SAMU, salvando vidas em condições adversas.
Atendimentos críticos em meio ao caos
Em 22 de abril de 2026, o Metrô de São Paulo enfrentou uma crise operacional após uma pane elétrica na CPTM, que reduziu a circulação de trens e provocou superlotação nas estações. Nesse contexto, emergências médicas exigiram ação imediata dos agentes. Na estação Anhangabaú, uma passageira sofreu parada cardiorrespiratória. Equipes de segurança iniciaram reanimação com desfibrilador e massagem cardíaca, mantendo os procedimentos até a chegada do SAMU. A vítima, uma técnica de enfermagem identificada como Antônia, sobreviveu após oito dias em coma e atribuiu sua recuperação ao atendimento rápido.
Convulsão e tensão nas plataformas
Além do caso de parada cardiorrespiratória, outro registro mostra um passageiro tendo uma convulsão na estação Sé. Agentes isolaram a área e prestaram os primeiros socorros enquanto aguardavam assistência médica. A superlotação, agravada pela restrição de acesso em algumas estações, aumentou a pressão sobre as equipes, que precisaram atuar em condições de estresse elevado para garantir a segurança dos usuários.