Paciente viaja para Turquia em busca de lifting facial com custo 66% menor que nos EUA
Heather Emerson, empresária de 42 anos, realizou um lifting facial na Turquia após descobrir que o procedimento custaria US$ 45 mil nos Estados Unidos. Ela optou pela cirurgia no exterior devido ao preço mais acessível e técnicas avançadas. O marido, inicialmente contrário, apoiou a decisão após anos de insatisfação com a aparência.
Motivação e decisão pela cirurgia
Heather Emerson, fundadora de uma agência internacional de recrutamento em Austin, Texas, decidiu realizar um lifting facial aos 41 anos após anos de insatisfação com sua aparência. Ela relatou que, em alguns dias, se sentia bonita, mas em outros, ao puxar a pele do rosto e pescoço, imaginava como ficaria após a cirurgia. Emerson considerava suas feições 'pesadas' e sentia que os pensamentos negativos ocupavam muito espaço mental. Em janeiro de 2025, durante o planejamento anual de metas com o marido, Faiez, ela incluiu a cirurgia como um objetivo para o final do ano, período em que esperava uma desaceleração nos negócios. Embora Faiez não fosse totalmente favorável à ideia, ele apoiou a decisão para encerrar as discussões recorrentes sobre o assunto.
Comparação de custos e escolha pelo procedimento na Turquia
Emerson havia agendado a cirurgia nos Estados Unidos anos antes, com um cirurgião renomado que cobrava US$ 15 mil pelo procedimento. No entanto, após contrair COVID-19 semanas antes da data marcada, o cirurgião recusou-se a realizar a operação. Seis meses depois, ao tentar reagendar, o preço havia triplicado para US$ 45 mil, devido à alta demanda. Em 2025, ela pesquisou alternativas no exterior e optou pela Turquia, em vez do México ou Brasil, por considerar as técnicas mais modernas. O procedimento escolhido foi um lifting de plano profundo (deep-plane facelift), realizado por um cirurgião com experiência em mais de 10 mil operações do tipo.