Crítica de 'Chum': Novo filme de ataque de tubarões é criticado por efeitos de IA e roteiro fraco
O filme de terror 'Chum', lançado em 2026, é duramente criticado por seus efeitos digitais de baixa qualidade e roteiro previsível. Dirigido como mais uma produção do subgênero de ataques de tubarões, o longa segue fórmulas já conhecidas, mas se destaca negativamente pelo uso excessivo de inteligência artificial em suas cenas de ação.
Enredo e personagens
O filme se passa em Malta e acompanha Tina (Alice Eve) e Tom (Eric Michael Cole) durante sua lua de mel, que rapidamente se transforma em um pesadelo após um encontro com um tubarão-branco. A trama introduz um grupo de personagens considerados 'obnóxios' pela crítica, com diálogos e situações descritas como 'muito forçadas'. Roy (Jim Klock), um pescador com um passado trágico envolvendo tubarões, serve como narrador, mas sua participação é vista como superficial e pouco impactante para o desenvolvimento da história.
Efeitos visuais e uso de IA
Uma das principais críticas ao filme está nos efeitos visuais, descritos como 'horríveis' e 'amadores'. O uso de inteligência artificial para criar cenas de ataque do tubarão é apontado como um dos maiores problemas, resultando em imagens que carecem de realismo e imersão. A produção é comparada a outros filmes recentes do gênero, como 'Great White' e 'Maneater', mas é considerada inferior devido à qualidade técnica e à falta de originalidade. A crítica destaca que, enquanto filmes como 'Tubarão' (1975) de Steven Spielberg estabeleceram um padrão elevado para o gênero, 'Chum' falha em oferecer qualquer inovação ou entretenimento.
Recepção e comparações
A recepção de 'Chum' tem sido predominantemente negativa. O filme é descrito como 'sem graça' e 'sem qualquer tipo de entretenimento próprio', dependendo de fórmulas gastas e personagens unidimensionais. A crítica ressalta que, apesar de o cenário ensolarado de Malta ser um ponto positivo, ele não é suficiente para compensar as falhas do roteiro e dos efeitos especiais. O uso de IA nos efeitos é visto como um retrocesso, especialmente em um gênero que já enfrentou desafios com produções de baixo orçamento e qualidade duvidosa nos últimos anos.