Frankie Adams e Rhona Mitra estrelam terror psicológico 'Mother Knows Best' com mitologia do Pacífico
O terror psicológico 'Mother Knows Best', filmado na Nova Zelândia, encerrou produção em Auckland. O longa-metragem combina horror e mitologia do Pacífico, seguindo Talia (Frankie Adams), que descobre uma conexão aterrorizante entre sua filha prematura e uma antiga profecia. Rhona Mitra e Keisha Castle-Hughes também integram o elenco, com direção de Kiel McNaughton e roteiro de John Argall.
Enredo e mitologia
'Mother Knows Best' acompanha Talia (Frankie Adams), que, após sobreviver a um encontro quase fatal no Pacífico, dá à luz uma filha prematura cuja existência está ligada a uma antiga profecia. Ao viajar para a remota propriedade da família de seu parceiro na Nova Zelândia, Talia descobre uma conexão perturbadora entre sua filha, uma mitologia esquecida do Pacífico e uma ordem sinistra que busca reaver o que considera seu. O filme explora temas de proteção materna e confronto com forças sobrenaturais, mesclando horror psicológico e elementos culturais maori e do Pacífico.
Elenco e produção
Além de Frankie Adams ('The Expanse'), o elenco inclui Rhona Mitra ('Underworld: Rise of the Lycans') e Keisha Castle-Hughes ('Game of Thrones'). A produção é liderada por Kerry Warkia e conta com um time de atores maori e do Pacífico, como Jayden Daniels ('Evil Dead Rise'), James Rolleston ('Boy') e Dimitrius Schuster-Koloamatangi ('Predator: Badlands'). Kiel McNaughton ('My Life Is Murder') dirige o filme, que tem roteiro de John Argall. A Essential Film Group assumiu as vendas internacionais, enquanto a Umbrella Entertainment distribuirá na Austrália e Nova Zelândia.
Declarações e objetivos
O diretor Kiel McNaughton afirmou que 'Mother Knows Best' busca expandir os limites do cinema de gênero neozelandês, unindo horror psicológico e mitologia cultural. Frankie Adams é destacada como a âncora do filme, com um elenco diversificado de atores maori e do Pacífico conferindo autenticidade ao projeto. McNaughton enfatizou a importância de explorar narrativas que dialoguem com a herança cultural da região, elevando o terror a um patamar mais profundo e simbólico.