MC Ryan SP e Poze do Rodo têm prisões preventivas decretadas após reviravolta judicial em esquema bilionário
A Justiça Federal converteu as prisões temporárias de MC Ryan SP, Poze do Rodo e outros 37 investigados em preventivas, atendendo pedido da Polícia Federal. Os artistas e empresários são acusados de envolvimento em esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado a apostas clandestinas, tráfico de drogas e organizações criminosas. A operação apreendeu bens avaliados em R$ 20 milhões, incluindo veículos de luxo, joias e armas.
Operação Narco Fluxo e esquema bilionário
A Polícia Federal deflagrou a Operação Narco Fluxo, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo mais de 30 suspeitos, incluindo os MCs Ryan SP e Poze do Rodo, além do influenciador Chris Dias e Raphael Sousa Oliveira, dono do perfil Choquei. Segundo as investigações, o grupo movimentou recursos provenientes de apostas clandestinas, tráfico de drogas e organizações criminosas. A ação, realizada em oito estados e no Distrito Federal, resultou na apreensão de veículos avaliados em cerca de R$ 20 milhões, além de relógios de luxo, joias, dinheiro em espécie, celulares e armas.
Reviravolta judicial e prisões preventivas
Inicialmente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia determinado a soltura dos investigados, considerando ilegal a prisão temporária por 30 dias, uma vez que a própria PF havia solicitado apenas cinco dias. No entanto, horas após a decisão, a 5ª Vara da Justiça Federal de Santos converteu as prisões temporárias em preventivas, atendendo a um novo pedido da Polícia Federal. A justificativa para a manutenção das prisões foi a necessidade de garantir a ordem pública e evitar a continuidade das atividades criminosas.