Tiroteio na Transolímpica deixa médica baleada e motoristas em pânico; usuários cobram mais segurança
Um tiroteio na Transolímpica, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou ao menos quatro feridos, incluindo uma médica baleada a caminho do plantão, na manhã de 21 de abril de 2026. Motoristas relatam medo constante e criticam a falta de policiamento ostensivo na via, um dos principais corredores de ligação da cidade. A Polícia Militar afirma manter patrulhamento contínuo, mas usuários alegam que a segurança é insuficiente.
Contexto do tiroteio
O incidente ocorreu por volta das 6h30, quando criminosos em um carro elétrico roubado foram abordados por policiais do Batalhão de Bangu. Ao receberem ordem de parada, os suspeitos reagiram com tiros, iniciando um confronto armado. Motoristas e passageiros buscaram abrigo atrás da mureta central da pista durante a troca de tiros. Um dos criminosos tentou roubar uma moto para fugir e, em seguida, abordou uma caminhonete.
Reações dos usuários da via
Usuários da Transolímpica relataram sensação de vulnerabilidade e cobraram maior presença policial. O corretor de imóveis e motorista de aplicativo Felipe Santos afirmou que a segurança no estado está 'muito ruim' e que incidentes como esse não deveriam ocorrer em uma via expressa. O eletricista Adriano Oliveira, que também trabalha como motorista de aplicativo, destacou a falta de policiamento visível, apesar do fluxo intenso de veículos. 'Você não vê quase policiamento. Não tem segurança nenhuma', disse.
Posicionamento da Polícia Militar
A Polícia Militar informou que mantém policiamento ostensivo contínuo na Transolímpica, com patrulhamento motorizado e pontos fixos em locais estratégicos. No entanto, os relatos dos motoristas sugerem que as medidas não são suficientes para garantir a segurança na via.