Seleção da República Democrática do Congo cumpre protocolos sanitários e garante participação na Copa do Mundo 2026
O governo da República Democrática do Congo confirmou que a seleção nacional cumprirá todos os protocolos sanitários exigidos pela FIFA para participar da Copa do Mundo 2026, apesar do surto de ebola no país. Medidas incluem isolamento na Bélgica e cancelamento de treinamentos em Kinshasa. O país enfrenta um surto da variante Bundibugyo do vírus, com mais de 1,2 mil casos suspeitos e 220 mortes em maio de 2026.
Medidas sanitárias e preparação da seleção
A seleção da República Democrática do Congo adotou medidas rigorosas para garantir sua participação na Copa do Mundo 2026, em meio ao surto de ebola que atinge o país. Entre as ações, destacam-se o cancelamento da etapa de preparação física em Kinshasa e o cumprimento de um período de isolamento em um hotel na Bélgica, longe de áreas urbanas. O ministro dos Esportes, Didier Budimbu, afirmou que o governo fez 'tudo ao seu alcance para garantir que os jogadores chegassem aos Estados Unidos preparados, protegidos e prontos para competir'. A embaixadora do Congo nos EUA, Yvette Kapinga Ngandu, reforçou que a Federação de Futebol agiu 'com rapidez e determinação' para viabilizar a participação da equipe.
Surto de ebola e impactos no país
A República Democrática do Congo enfrenta um surto da variante Bundibugyo do vírus ebola, resistente às vacinas atualmente disponíveis. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o país registrou cerca de 1,2 mil casos suspeitos e mais de 220 mortes apenas em maio de 2026. A situação sanitária exigiu adaptações nos protocolos da seleção, que integra o Grupo K da Copa do Mundo. As autoridades locais e a FIFA trabalharam em conjunto para assegurar que os jogadores estivessem em condições seguras para competir.