Romeu Zema critica STF e classifica proposta de fim da escala 6x1 como 'populismo' em ano eleitoral
O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (NOVO) classificou como 'populismo' a proposta de acabar com a escala de trabalho 6x1 durante entrevista à Rádio Bandeirantes. Zema também fez duras críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), chamando três deles de 'frutas podres' e associando a Corte ao escândalo do Banco Master. O ex-governador de Minas Gerais defende um modelo de jornada flexível, similar ao adotado nos Estados Unidos.
Críticas à proposta de fim da escala 6x1
Romeu Zema criticou a tramitação de projetos que visam acabar com a escala de trabalho 6x1, com uma folga semanal, em ano eleitoral. Segundo Zema, a medida é 'populismo puro' e não deveria ser analisada nesse contexto. Ele defende a adoção de um modelo flexível de jornada de trabalho, inspirado em países como os Estados Unidos, onde a remuneração varia conforme a carga horária escolhida pelo trabalhador. 'O brasileiro é que vai escolher. Eu vou fazer um contrato de 20, 30, 40, 50 horas. Isso é o que nós precisamos', afirmou.
Ataques ao Supremo Tribunal Federal
Zema associou o STF ao escândalo envolvendo o Banco Master, cujo ex-dono, Daniel Vorcaro, foi preso sob suspeita de fraudes contra o sistema financeiro. O banco foi liquidado pelo Banco Central após uma série de operações suspeitas. O pré-candidato direcionou críticas especialmente ao ministro Gilmar Mendes, com quem tem trocado farpas publicamente. 'Agora, talvez, o ministro não saiba. Não fui eu que voei em jatinho no maior criminoso do Brasil. Ele e os colegas voa', declarou Zema.