Defesa de Diddy Argumenta que Festas Eram Pornografia Amadora Protegida pela Primeira Emenda
A defesa de Sean 'Diddy' Combs argumenta em tribunal federal de apelações nos EUA que suas festas e encontros em hotéis configuravam pornografia amadora, protegida pela Primeira Emenda. O músico foi preso em 2024 sob a Lei Mann, que proíbe o transporte de prostitutas através de fronteiras estaduais para fins sexuais.
Argumentos da Defesa sobre Liberdade de Expressão
Os advogados de Diddy afirmam que as atividades incluíam 'performances sexuais altamente coreografadas' com fantasias e encenação, que eram filmadas para serem assistidas posteriormente. Segundo a defesa, a produção e visualização de pornografia amadora são protegidas pela Primeira Emenda, que garante a liberdade de expressão e produção artística. No entanto, essa proteção não é absoluta e não abrange práticas que violem leis federais, como a Lei Mann.
Acusações e Absolvições
Diddy foi preso com base na Lei Mann. A defesa também contesta a pena aplicada, argumentando que o juiz considerou erroneamente crimes como fraude e coerção, e classificou o empresário como líder de atividades criminosas. O músico foi absolvido de acusações de tráfico sexual e extorsão, que poderiam resultar em prisão perpétua.