CEO da Citadel, Ken Griffin, abandona ceticismo e declara: 'IA é real e transformará a sociedade'
O CEO da Citadel, Ken Griffin, um dos maiores céticos da inteligência artificial, mudou radicalmente sua visão sobre a tecnologia. Após testar soluções de IA em sua empresa, Griffin afirmou que a tecnologia se tornou 'profundamente mais poderosa' e capaz de realizar tarefas antes reservadas a profissionais altamente qualificados, como analistas com mestrado e doutorado em finanças, em questão de horas.
De cético a entusiasta: a virada de Griffin
Ken Griffin, CEO da Citadel, era conhecido como um dos maiores céticos da inteligência artificial. Em janeiro de 2026, durante painel no Fórum Econômico Mundial em Davos, ele classificou a tecnologia como 'lixo' ao analisar suas limitações. No entanto, em maio de 2026, Griffin admitiu uma mudança drástica de perspectiva após implementar soluções de IA em sua empresa. 'Fui para casa um dia, na verdade, bastante deprimido. Você podia ver como isso teria um impacto dramático na sociedade', declarou durante conversa com professores da Stanford Business School.
IA redefine mercado de trabalho em finanças e tecnologia
Griffin destacou que a IA agora é capaz de executar tarefas que antes demandavam semanas ou meses de trabalho de profissionais com mestrado e doutorado em finanças, realizando-as em horas. Essa transformação já é visível em setores como tecnologia, onde ferramentas como o Codex da OpenAI e o Claude Code da Anthropic substituem engenheiros de software em prazos reduzidos. Empresas como a Cloudflare demitiram milhares de funcionários, alegando que a IA poderia assumir suas funções. 'Pela primeira vez, a IA é real', afirmou Griffin.