Elon Musk define redes sociais como 'vírus da mente' e critica pânico durante pandemia de COVID-19
Em março de 2020, Elon Musk classificou o pânico em torno da COVID-19 como 'burro' em um tuíte que ultrapassou 1 milhão de curtidas. Para ele, o verdadeiro perigo era a disseminação de ideias irracionais nas redes sociais, que chamou de 'vírus da mente'. Musk comparou o fenômeno a um 'malware' que infecta a consciência coletiva, citando o conceito de Richard Dawkins sobre 'vírus da mente' em artigo de 1993.
Origem do termo e críticas ao pânico coletivo
Elon Musk utilizou o termo 'vírus da mente' para descrever a disseminação de ideias irracionais nas redes sociais durante a pandemia de COVID-19. Em um tuíte de março de 2020, ele afirmou que 'o pânico do coronavírus é burro', argumentando que o verdadeiro problema era a propagação de informações que geravam medo coletivo. Musk citou o biólogo Richard Dawkins, que em 1993 comparou crenças irracionais, como religião e superstição, a vírus que infectam a mente humana. Para Musk, as redes sociais funcionavam como um 'superspreader' desses 'contágios mentais'.
Entrevista com Joe Rogan e a metáfora da infecção digital
Em maio de 2020, durante uma conversa com Joe Rogan, Musk detalhou sua visão sobre o 'vírus da mente'. Ele explicou que, com a globalização do 'memesfera' (espaço de disseminação de memes), surgiram condições para que ideias equivocadas se espalhassem como uma praga. Rogan confundiu o termo com uma referência ao Neuralink, mas Musk esclareceu que se referia a 'ideias erradas que viralizam'. Para ele, as batalhas políticas e econômicas da pandemia não ocorriam apenas em fábricas ou governos, mas nos 'sistemas imunológicos do pensamento coletivo'.