Governo Trump impõe sanções a nove autoridades cubanas e à Diretoria de Inteligência de Cuba
O governo dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, anunciou sanções contra nove autoridades cubanas, incluindo a ministra das Comunicações, Mayra Arevich Marin, e líderes militares como Juan Esteban Lazo Hernandez e Roberto Tomas Morales Ojeda. A Diretoria de Inteligência de Cuba (DI) também foi sancionada. As medidas visam aumentar a pressão sobre o regime cubano, descrito como corrupto e incompetente, e fazem parte de uma estratégia mais ampla para conter o fluxo de petróleo para a ilha.
Autoridades sancionadas
Entre as autoridades cubanas sancionadas pelo Departamento do Tesouro dos EUA estão Mayra Arevich Marin, ministra das Comunicações e integrante do Comitê Central do Partido Comunista; Juan Esteban Lazo Hernandez, presidente da Assembleia Nacional de Cuba e membro do Politburo; e Roberto Tomas Morales Ojeda, líder do Partido Comunista e ex-ministro da Saúde Pública. Também foram alvo das sanções o general Joaquin Quintas Sola, vice-ministro das Forças Armadas Revolucionárias, e Raul Villar Kessel, alto oficial militar. A Diretoria de Inteligência de Cuba (DI), principal serviço de inteligência do país, também foi incluída nas medidas restritivas.
Contexto e objetivos das sanções
As sanções fazem parte de um esforço do governo Trump para aumentar a pressão sobre Cuba, incluindo tentativas de conter o fluxo de petróleo da Venezuela e do México para a ilha. O governo americano classificou a gestão cubana como corrupta e incompetente, defendendo uma mudança de regime. Em 1º de maio, Trump assinou uma ordem executiva que amplia a autoridade para sancionar setores econômicos cubanos e autoriza sanções secundárias contra instituições financeiras estrangeiras que negociem com Cuba. As medidas já provocaram apagões e impactos significativos na economia cubana.