Fim do Plano SAVE: Milhões de Devedores de Empréstimos Estudantis Enfrentam Aumento de Pagamentos
O plano de pagamento de empréstimos estudantis SAVE, criado pelo ex-presidente Joe Biden, foi eliminado, forçando 7 milhões de mutuários inscritos a retomar os pagamentos mais cedo. A decisão, parte de um acordo judicial aprovado pelo presidente Donald Trump, resulta em aumentos significativos nas parcelas mensais para muitos, que expressam preocupação com a capacidade de arcar com os custos.
Impacto nos Mutuários
Devedores de empréstimos estudantis manifestam preocupação com a possibilidade de não conseguirem arcar com pagamentos mensais mais elevados após a eliminação do plano SAVE. Ashley Grupe, por exemplo, que pagava $54 mensais por três anos, agora prevê um aumento para $644. Grupe, com $76.000 em dívidas estudantis de dois diplomas em ciências ambientais, está sujeita ao programa de Perdão de Dívida de Serviço Público, mas a mudança no plano de pagamento exigirá um reajuste orçamentário.
Detalhes da Eliminação do Plano SAVE
O plano SAVE visava oferecer pagamentos mensais mais baixos e um cronograma mais curto para o perdão de dívidas. No entanto, litígios bloquearam o plano em julho de 2024, isentando os mutuários inscritos de pagamentos. Em março, um juiz federal aprovou um acordo para eliminar o plano, antecipando o retorno à amortização para 7 milhões de devedores. Uma nova proposta de plano de pagamento com base na renda, a ser introduzida pelo governo Trump neste verão, é considerada menos generosa, implicando pagamentos mais altos por um período mais longo.