Ex-executivo da Live Nation processa empresa por demissão após denunciar 'má conduta corporativa grave'
O ex-vice-presidente executivo de desenvolvimento de arenas da Live Nation, Nicholas Rumanes, entrou com uma ação judicial alegando ter sido demitido após denunciar 'má conduta corporativa grave' na empresa. Rumanes busca indenização de US$ 35 milhões, valor que teria recebido em opções de ações se não tivesse sido dispensado. A Live Nation nega as acusações e afirma que o contrato não foi renovado por desempenho insatisfatório.
Detalhes da ação judicial
Nicholas Rumanes, que atuou como vice-presidente executivo de desenvolvimento de arenas para shows nos EUA entre 2022 e 2025, moveu uma ação contra a Live Nation por retaliação, demissão injusta e indução fraudulenta. Segundo Rumanes, ele descobriu irregularidades graves na empresa e foi demitido após tentar confrontar a situação. A indenização pleiteada corresponde ao valor de opções de ações que ele teria direito caso permanecesse no cargo.
Resposta da Live Nation
A Live Nation emitiu comunicado classificando as alegações de Rumanes como 'falsas e sem mérito'. A empresa afirmou que o contrato do executivo não foi renovado devido ao não cumprimento de expectativas profissionais. Além disso, destacou que Rumanes não levantou as acusações durante seu período de trabalho, apenas meses após sua saída, e que uma investigação independente não encontrou evidências que sustentassem suas alegações.