Batalha judicial pelo espólio de Prince completa 10 anos sem resolução definitiva
A morte de Prince em 2016, por overdose de fentanil, desencadeou uma complexa disputa legal pelo controle de seu espólio avaliado em US$ 156 milhões. O artista, conhecido por seu rigor com direitos autorais e propriedade intelectual, não deixou testamento, gerando anos de litígios. O caso envolve desde a mansão Paisley Park até seu catálogo musical, ampliado após acordo com a Warner Bros. em 2014.
Contexto e disputas legais
Prince faleceu em 21 de abril de 2016, aos 57 anos, vítima de uma overdose de fentanil. Sua morte não apenas chocou o mundo da música, mas também deu início a uma prolongada batalha judicial pelo controle de seu espólio, avaliado em US$ 156 milhões. O artista, famoso por sua meticulosidade em questões de imagem, música e propriedade intelectual, nunca elaborou um testamento, o que complicou significativamente a divisão de seus bens. Especialistas jurídicos à época classificaram a situação como 'um verdadeiro caos'. A ausência de um documento legal deixou em aberto a gestão de propriedades físicas, como a mansão Paisley Park, e de seu vasto catálogo musical, que havia sido fortalecido em 2014 após um acordo com a Warner Bros. Records, devolvendo-lhe os direitos sobre suas gravações.