Hipopótamo-fêmea Potinha morre aos 35 anos no Bioparque Zoobotânico de Teresina
A hipopótamo-fêmea Potinha, que vivia no Bioparque Zoobotânico de Teresina, morreu aos 35 anos de idade. A morte ocorreu de forma natural, sem indícios de intercorrência externa, conforme avaliação da equipe técnica do bioparque. Potinha chegou ao Piauí em 2000, doada por um zoológico de Recife, e completou 25 anos no local em 2025.
Detalhes sobre a morte e histórico de Potinha
Potinha, a hipopótamo-fêmea que se tornou um símbolo do Bioparque Zoobotânico de Teresina, morreu na sexta-feira (24). Segundo a nota de pesar divulgada pelo bioparque, a morte foi natural, sem sinais de causas externas. O corpo do animal passou por protocolos técnicos de avaliação após o falecimento. Potinha chegou ao Piauí em 2000, vinda de um zoológico em Recife (PE), e em 2025, o bioparque celebrou os 25 anos de sua chegada com atividades especiais, incluindo enriquecimento ambiental temático e sessões de condicionamento. Especialistas indicam que hipopótamos em cativeiro podem viver até 50 anos.
Nota de pesar do Bioparque Zoobotânico
O Bioparque Zoobotânico de Teresina divulgou uma nota oficial lamentando a morte de Potinha. O texto destacou a importância do animal para a história do bioparque e para os visitantes que, ao longo dos anos, criaram laços de afeto com ela. A equipe técnica do bioparque acompanhava diariamente a rotina de Potinha, monitorando seu comportamento e bem-estar. A nota também agradeceu aos profissionais responsáveis pelos cuidados contínuos com o animal, ressaltando a dedicação e o carinho dispensados a ela durante os anos.