Trump enfrenta críticas por política externa e popularidade em meio a guerra no Irã
O presidente Donald Trump está sob escrutínio por suas decisões em relação ao conflito no Irã e por sua aprovação pública.Stephen Colbert expressou perplexidade com a aprovação de 22,4% de americanos a Trump, enquanto Rachel Maddow criticou os 'favores' feitos por Trump à Rússia, que estaria auxiliando o Irã.
Popularidade e aprovação de Trump em debate
Stephen Colbert, em seu programa 'The Late Show', manifestou surpresa com os números de aprovação de Donald Trump, indicando que 22,4% dos americanos 'aprovam fortemente' o presidente, apesar das notícias negativas. Uma pesquisa da UMass, YouGov apontou que a aprovação geral de Trump caiu para 33%. Colbert questionou a identidade dos apoiadores, simulando um apoiador MAGA que desejaria "combustível caro" e "que a Dinamarca nos odiasse". Mencionou ainda que 47,2% dos americanos 'desaprovam fortemente' o presidente. Os resultados fracos nas pesquisas podem estar influenciando Trump a encerrar a campanha militar dos EUA no Irã, mesmo com o fechamento da Estreito de Hormuz.
Relações com a Rússia e Irã em foco
Rachel Maddow, em seu programa 'The Rachel Maddow Show', criticou Trump por conceder favores à Rússia em meio ao conflito com o Irã. Relatórios indicam que a Rússia estaria ajudando o Irã a atingir alvos americanos. Maddow citou a permissão para um navio russo passar por um bloqueio dos EUA a Cuba para fornecer petróleo, apesar das ações russas. A apresentadora destacou que Trump, ao invés de retaliar, reduziu sanções ao petróleo russo em duas ocasiões e permitiu que um navio de petróleo fosse para Cuba. Trump minimizou a importância do envio de petróleo para a Rússia, afirmando que isso não o ajuda e que ele perde 'uma carga de petróleo'.
Críticas à mídia e à imprensa
Donald Trump criticou a mídia durante uma coletiva de imprensa no Salão Oval, alegando que a Casa Branca, representada pela secretária de imprensa Karoline Leavitt, está 'fazendo um trabalho terrível'. Ele lamentou a cobertura negativa que sugere que ele teve 93% de publicidade ruim, mas ainda assim foi reeleito. Trump afirmou que a mídia é 'desonesta' e que as pessoas não acreditam nela, citando a circulação em queda do New York Times e o Washington Post como 'quase extintos'. Ele também criticou o Wall Street Journal por 'muitas histórias ruins'.
Tentativa de desfinanciamento da NPR e PBS bloqueada
Jane Fonda celebrou a decisão de um juiz federal de bloquear a tentativa de Donald Trump de retirar o financiamento da NPR e PBS. O juiz Randolph Moss declarou a ordem executiva de Trump 'ilegal e inexequível', citando a violação da Primeira Emenda. A ação de Trump, datada de maio de 2025, determinava que a Corporation for Public Broadcasting (CPB) cessasse a distribuição de fundos federais para NPR e PBS, alegando que as emissoras não apresentavam um retrato 'justo, preciso ou imparcial' dos eventos. A Committee for the First Amendment, grupo de advocacia de Fonda, considerou a vitória como uma reafirmação da possibilidade de proteger a Primeira Emenda, mas enfatizou que 'o trabalho está longe de terminar'.