Anthropic usa mil engenheiros humanos para aprimorar Claude Code e pagar até US$ 280 por hora
Projeto Marlin da Snorkel AI treina o assistente de codificação Claude Code com feedback de cerca de 1.000 engenheiros de software. Contratados recebem até US$ 280 por tarefa para comparar e refinar códigos gerados por IA, visando melhorar a precisão e a manutenibilidade do sistema.
Metodologia e objetivos do projeto Marlin
A Anthropic, em parceria com a Snorkel AI, lançou o projeto Marlin para aprimorar o Claude Code, seu assistente de codificação baseado em inteligência artificial. O projeto envolve cerca de 1.000 engenheiros de software humanos, que são contratados para avaliar e comparar códigos gerados por diferentes versões do modelo de IA. Segundo documentos revisados pelo Business Insider, os contratados realizam testes A/B, onde analisam dois outputs de código e escolhem qual consideram superior em termos de clareza, simplicidade e manutenibilidade. O objetivo é treinar o Claude Code para produzir códigos que atendam aos padrões profissionais esperados, simulando o trabalho de um desenvolvedor experiente.
Remuneração e processo de trabalho dos contratados
Os engenheiros contratados para o projeto Marlin recebem até US$ 280 por tarefa, com cada uma delas demandando aproximadamente uma hora de trabalho. No entanto, algumas submissões exigem revisões adicionais e interações com a equipe de aprovação da Snorkel AI. Os contratados, que possuem experiência prévia em engenharia de software, são orientados a garantir que o modelo de IA produza códigos detalhados e alinhados com as instruções fornecidas nos prompts. Apesar do alto valor pago por tarefa, os participantes desconhecem qual versão específica dos modelos de IA estão avaliando, mantendo o foco na qualidade do output final.