T-Mobile acelera transição para modelo self-service e encerra vendas assistidas em lojas até outubro de 2026
T-Mobile estabeleceu prazo definitivo para eliminar transações assistidas por funcionários em lojas físicas, migrando todas as operações para o aplicativo T-Life. A medida, anunciada em e-mail interno do presidente Jon Freier, prevê o fim do acesso a sistemas legados de vendas em 31 de julho e a obrigatoriedade do uso do T-Life a partir de 1º de outubro de 2026. Funcionários criticam a decisão, alegando lentidão do app e risco à segurança dos empregos.
Cronograma e impactos da mudança
Segundo e-mail interno vazado do presidente do Grupo de Consumo da T-Mobile, Jon Freier, a empresa determinou que todas as transações em lojas físicas — incluindo upgrades, adições de linhas e ativações de novas contas — deverão ser realizadas exclusivamente via aplicativo T-Life a partir de 1º de outubro de 2026. O acesso dos representantes de vendas aos sistemas legados de backend será desativado em 31 de julho do mesmo ano, forçando a migração completa para o modelo self-service. Funcionários relataram em fóruns como o Reddit que o T-Life é lento, repleto de anúncios e transforma as lojas em centros de suporte técnico não remunerado, ameaçando a estabilidade dos empregos.
Reações e contexto da decisão
A política de digitalização agressiva da T-Mobile foi antecipada em 2025, quando um vazamento já indicava a intenção de eliminar a intermediação humana nas vendas. A medida reflete uma estratégia de redução de custos e priorização do atendimento digital, mas esbarra em críticas internas sobre a usabilidade do T-Life e a sobrecarga dos funcionários, que passam a atuar como suporte técnico sem remuneração adicional. A transição também levanta preocupações sobre a experiência do cliente, especialmente para usuários menos familiarizados com tecnologia.