Lula confirma Geraldo Alckmin como vice e anuncia trocas em 14 ministérios para campanha de reeleição
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou o início de sua candidatura à reeleição em 2026, confirmando Geraldo Alckmin como vice na chapa e promovendo mudanças em 14 ministérios. Jorge Messias foi indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF).
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Em sua primeira reunião ministerial de 2026, o presidente Lula anunciou a permanência de Geraldo Alckmin como candidato a vice na chapa para a reeleição. A estratégia governista para a corrida eleitoral de 2026 se baseará na comparação das realizações do atual governo com o anterior, de Jair Bolsonaro. Lula também comentou que 'política piorou muito', tornando-se um negócio com 'preço alto'. Rui Costa, ex-ministro da Casa Civil, mencionou que o endividamento da população preocupa Lula.
Mudanças Ministeriais e Indicação para o STF
Foram anunciadas trocas no comando de 14 ministérios, incluindo nomes do primeiro escalão como Casa Civil (Rui Costa, PT), Educação (Camilo Santana, PT), Planejamento (Simone Tebet, PSB) e Meio Ambiente (Marina Silva, Rede). Os ex-ministros terão a responsabilidade de defender o governo em seus palanques regionais. Paralelamente, o Palácio do Planalto confirmou o envio ao Senado da indicação de Jorge Messias, atual advogado-geral da União, para ser o novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A vaga no STF está aberta desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso em outubro do ano passado. A indicação de Messias, anunciada por Lula em novembro de 2025, foi formalizada 130 dias após a declaração inicial.
Processo de Indicação ao STF
A indicação de Jorge Messias para o STF seguirá os trâmites constitucionais e regimentais do Senado. O processo envolve o envio de uma mensagem presidencial ao presidente do Senado, seguida pela análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde um relator apresentará um relatório e ocorrerá uma sabatina. Se aprovado na CCJ por votação secreta, o parecer será votado em plenário, necessitando do aval da maioria absoluta dos parlamentares (41 votos 'sim') para aprovação.