Herdeiros tentam anular registro de paternidade alegando vasectomia e coação; mulher é presa por oferecer 'gorjeta' para furar fila em MG
Herdeiros de um homem falecido entraram com pedido para anular o registro de paternidade de uma criança, alegando que o pai havia feito vasectomia e teria sido coagido a reconhecer a filha. A Justiça negou o pedido em primeira e segunda instâncias, mantendo o registro. Em outro caso, uma mulher foi presa em Ituiutaba (MG) após tentar oferecer dinheiro a uma funcionária pública para agilizar a emissão de documento de identidade.
Pedido de anulação de registro de paternidade negado pela Justiça
Herdeiros de um homem falecido solicitaram a anulação do registro de paternidade de uma criança, argumentando que o pai havia realizado vasectomia e teria sido coagido pela mãe da criança a reconhecê-la como filha. O pedido foi negado em primeira instância e a decisão foi mantida pela desembargadora Ana Paula Caixeta, relatora do caso na segunda instância. Segundo a magistrada, o registro de paternidade é presumido como verdadeiro até que haja provas concretas em contrário, e só pode ser anulado mediante comprovação de vício de vontade ou de consentimento.
Mulher presa por tentar subornar servidora pública em Ituiutaba
Uma mulher foi detida pela Polícia Civil de Ituiutaba (MG) após tentar oferecer dinheiro a uma funcionária pública para agilizar a emissão de sua carteira de identidade. O caso ocorreu no dia 20 de maio. Segundo o delegado regional Vinícius Ramalho, essa não foi a primeira tentativa da suspeita de obter vantagens indevidas, já que nos dias 18 e 19 de maio ela havia perguntado sobre a possibilidade de dar uma 'gorjeta' para acelerar o atendimento. A conduta foi enquadrada como crime de corrupção ativa.