Bruce Springsteen defende Stephen Colbert após cancelamento de 'The Late Show' e ataca Donald Trump
Bruce Springsteen chamou Stephen Colbert de 'o primeiro cara na América que perdeu seu programa porque temos um presidente que não aguenta uma piada', durante participação no penúltimo episódio de 'The Late Show'. Colbert, crítico ferrenho de Donald Trump desde 2016, teve seu programa cancelado sob alegações financeiras, mas especula-se motivação política. Trump reagiu ao cancelamento com ironia, enquanto Springsteen reforçou apoio a Colbert e criticou a falta de liberdade no país.
Contexto e declarações de Springsteen
Durante apresentação no penúltimo episódio de 'The Late Show with Stephen Colbert', Bruce Springsteen prestou apoio ao apresentador, que comandava o programa desde 2015. Colbert, conhecido por suas críticas ao ex-presidente Donald Trump, teve o programa cancelado pela CBS sob a justificativa de 'razões financeiras', embora haja especulações de motivação política por trás da decisão. Springsteen, também crítico de Trump, performou a música de protesto 'Streets of Minneapolis' e declarou: 'Estou aqui em apoio a Stephen, porque você é o primeiro cara na América que perdeu seu programa porque temos um presidente que não aguenta uma piada… e porque Larry e David Ellison sentem que precisam beijar o traseiro dele para conseguir o que querem'. O músico ainda classificou os envolvidos na decisão como 'pessoas de mente pequena' e reforçou a importância das liberdades nos EUA.
Reações de Trump e Colbert
Donald Trump reagiu ao cancelamento de 'The Late Show' com uma publicação irônica, afirmando: 'Adoro que Colbert tenha sido demitido. Seu talento era ainda menor que suas audiências. Ouvi dizer que Jimmy Kimmel é o próximo. Tem ainda menos talento que Colbert!'. Stephen Colbert, por sua vez, encerrou sua última semana no programa com convidados como David Byrne, Jon Stewart e Steven Spielberg, sem comentar diretamente as declarações de Trump. O apresentador foi um dos principais críticos do ex-presidente desde sua posse em 2016, utilizando o humor como ferramenta de oposição.