Trump enfrenta terceiro atentado em mandato e atribui violência a radicalização política
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofreu uma tentativa de assassinato durante o White House Correspondents’ Dinner em Washington, DC, no sábado (26). Em entrevista ao programa '60 Minutes', Trump afirmou que o atirador, detido no local, havia se radicalizado e escrito um manifesto com acusações infundadas, incluindo alegações de pedofilia e associação com Jeffrey Epstein. O presidente negou todas as acusações e criticou protestos como o 'No Kings', que, segundo ele, alimentam a violência política no país.
Manifesto do atirador e reações de Trump
Em entrevista à CBS, Trump revelou ter lido o manifesto do atirador, que o acusava de crimes graves, como pedofilia e associação com Jeffrey Epstein. O presidente classificou as alegações como 'besteira de uma pessoa doente' e reforçou que foi 'totalmente inocentado' de qualquer envolvimento com Epstein. Trump também mencionou que o atirador passou por uma transformação radical, deixando de ser cristão para se tornar 'anti-cristão'. O presidente destacou que o documento não tinha relação direta com ele, mas refletia uma radicalização ideológica.
Violência política e contexto histórico
Trump comparou a violência política atual com episódios históricos, afirmando que atentados e agressões ocorrem há séculos em diversos países. Ele citou protestos como o 'No Kings', que questionam seu estilo de liderança, como um dos fatores que contribuem para o clima de hostilidade. 'Se eu fosse um rei, não estaria lidando com vocês', declarou ao entrevistador da '60 Minutes'. O presidente também minimizou a frequência de ataques recentes, sugerindo que não há um aumento significativo em relação ao passado.