Romeu Zema critica Renan Santos por falta de experiência na gestão pública e promessas eleitorais
O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou que Renan Santos (Missão) 'não teve uma experiência na gestão pública' e faz promessas excessivas sem histórico de entrega. Zema destacou que pesquisas pela internet favorecem Santos, mas levantamentos tradicionais mostram resultados distintos. A declaração foi feita durante entrevista ao canal 'Derrubando Muros'.
Contexto eleitoral e pesquisas
Romeu Zema (Novo) comentou a ascensão de Renan Santos (Missão) na pré-campanha presidencial durante entrevista ao vivo no canal 'Derrubando Muros' em 6 de julho de 2026. Zema ressaltou que, embora pesquisas online mostrem Santos com destaque, levantamentos tradicionais, como a pesquisa Quaest de 10 de junho, indicam uma polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 39% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro (PL), com 29%. Renan Santos apareceu com 3%, empatado com Ronaldo Caiado (PSD), enquanto Zema obteve 2%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.
Trajetória de Renan Santos
Renan Santos, de 42 anos, é fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), criado em novembro de 2014. O grupo ganhou projeção nas redes sociais e liderou manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016. Entre suas propostas para a campanha presidencial de 2026 estão a implementação da pena de morte para combater o crime organizado e uma reforma do Judiciário para restringir as atribuições do Supremo Tribunal Federal (STF). Zema criticou a falta de experiência prática de Santos na gestão pública, afirmando que ele 'sai dando tiro como metralhadora, prometendo mundos e fundos'.
Declarações de Zema sobre Santos
Durante a entrevista, Zema declarou: 'Ele, como não teve uma experiência na gestão pública, sai dando tiro como metralhadora, prometendo mundos e fundos. Um histórico de entrega e currículo de entrega me parece que falta a ele. Tudo que um político fez no Brasil parece estar errado para ele. Quando ele estiver do outro lado do balcão, aí as coisas mudam'. Zema também reforçou que, em uma democracia, todos têm direito de ser candidatos, mas destacou a importância de avaliar o histórico de cada postulante.