Testemunha de Tupac evita responder sobre culpados em julgamento de assassinato
Durante o segundo dia do julgamento do assassinato do rapper Tupac Shakur, ocorrido em 1996, um membro do círculo íntimo do artista, Mob James, evitou responder a perguntas sobre quem seria o responsável direto pelo crime. O réu, Duane 'Keffe D' Davis, é acusado de planejar o ataque. Mob James afirmou que não queria 'enviar o homem para a prisão', apesar de não gostarem um do outro, e alegou que as perguntas do advogado de defesa seriam prejudiciais ao réu. O julgamento, que começou nos Estados Unidos após 30 anos, busca esclarecer os detalhes do ataque ocorrido em Las Vegas.
Detalhes do Julgamento
O julgamento do assassinato de Tupac Shakur entrou em sua segunda fase com o depoimento de testemunhas chave. Mob James, ex-membro da gangue rival Mob Piru e colaborador da Death Row Records, foi questionado sobre o ocorrido em 1996. Ele demonstrou resistência em identificar os executores diretos, afirmando que as informações circulavam entre o grupo de segurança do rapper na época, mas que não pretendia colaborar com a condenação de Davis.
O Réu e o Contexto
Duane 'Keffe D' Davis, líder de uma gangue de Compton, nega as acusações e alega que a investigação policial original foi incompleta. Ele afirma que o crime foi fruto de uma guerra de gangues e que as alegações de que ele planejou o ataque são baseadas em relatos que ele considera ficcionais. O julgamento deve continuar nas próximas semanas para esclarecer o mistério que envolve um dos maiores ícones do hip-hop.