Mulher Arrepende-se de Nome Hifenizado Após 25 Anos; Críticas a Políticas Rígidas e Impacto na Identidade
Após 25 anos, a autora decidiu remover o hífen de seu sobrenome, citando arrependimento pela escolha de honrar ambas as famílias ao casar. Ela destaca a pressão para ceder ao nome do cônjuge e como políticas institucionais rígidas transformaram um nome hifenizado em um obstáculo para o cotidiano.
A Escolha do Casamento e a Lição de Identidade
Ao aplicar para a licença de casamento, a autora se deparou com a opção de manter seu nome de solteira, adotar o nome do marido ou hifenizar. A expectativa familiar e social a levou a optar pela hifenização, acreditando ser uma forma de honrar ambas as famílias. No entanto, essa decisão gerou um nome 'impraticável' que exigiu 'saltos por entre aros extras por décadas'. Ela reflete sobre a importância da conexão com a cultura e a identidade, contrastando a experiência com a de sua colega de faculdade, cujo sobrenome chinês unia uma vasta comunidade. A constatação de que as mulheres de sua família sempre abriam mão de seus sobrenomes de nascimento a motivou a ser a primeira a manter o seu, mas a hesitação final a levou à hifenização.