Família neozelandesa relata redução de custos e melhor qualidade de vida após mudança para o Japão em 2023
Uma família que se mudou da Nova Zelândia para Kobe, no Japão, há três anos destacou melhorias significativas na qualidade de vida, incluindo acesso mais rápido e barato a serviços de saúde, redução de estresse financeiro e maior facilidade de locomoção sem carro. O custo de vida mais baixo e a infraestrutura de transporte eficiente foram apontados como fatores decisivos para a adaptação.
Acesso à saúde mais rápido e econômico
A autora do relato afirmou que, na Nova Zelândia, o marido esperou meses por uma ressonância magnética após uma lesão grave no trabalho, enquanto ela enfrentou anos de gastos elevados e longas esperas para tratar problemas crônicos de saúde no sistema público. No Japão, a situação mudou radicalmente: o marido conseguiu realizar uma ressonância magnética no mesmo dia da consulta, com custo de aproximadamente US$ 38. Consultas mensais de especialistas para a filha de 10 anos custam menos de US$ 2, um valor considerado acessível e que proporciona alívio financeiro e emocional para a família.
Vida sem carro e mobilidade facilitada
A família optou por não ter carro no Japão, integrando-se ao sistema de transporte público eficiente do país. A autora destacou que a locomoção diária, seja para levar a filha à escola, ir ao supermercado ou acessar estações de trem, tornou-se parte natural da rotina. A infraestrutura de transporte, incluindo trens e voos domésticos baratos, permitiu viagens frequentes e reduziu o estresse associado ao deslocamento. Essa mudança contribuiu para um estilo de vida mais tranquilo e menos dependente de veículos particulares.
Impacto na qualidade de vida e saúde mental
A mudança para o Japão trouxe uma redução significativa no estresse financeiro, segundo a autora. O custo de vida mais baixo, combinado com a eficiência dos serviços públicos, como saúde e transporte, permitiu que a família desfrutasse de uma rotina menos acelerada. A autora relatou melhora na saúde mental e na qualidade de vida geral, destacando que a decisão de se mudar foi motivada pela necessidade de um recomeço após anos de exaustão na Nova Zelândia.