Diplomata se recupera em cadeira de rodas após acidente que matou filha de 20 anos em Ipanema
A diplomata Ana Patrícia Neves Abdul Hak está em recuperação após ser atropelada junto à filha, Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro. Mariana não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Municipal Miguel Couto. O pai da jovem, Ibrahim Abdul Hak Neto, descreveu a dor dupla: física, pela recuperação da esposa, e emocional, pela perda da filha, que era 'uma fonte de alegria'. O acidente ocorreu na esquina da Vinicius de Moraes com a Visconde de Pirajá.
Detalhes do acidente e condição da mãe
Ana Patrícia Neves Abdul Hak, também diplomata, foi atropelada por uma van enquanto estava com a filha, Mariana Tanaka Abdul Hak, no último sábado (16). As duas foram levadas ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, onde Mariana não resistiu aos ferimentos e faleceu. Ana Patrícia sofreu lesões, mas foi poupada de danos maiores, segundo o marido, Ibrahim Abdul Hak Neto. Ela está se recuperando em uma cadeira de rodas e foi vista no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, antes de embarcar para São Paulo, onde ocorrerá o velório da filha. O local do acidente foi na esquina da Rua Vinicius de Moraes com a Visconde de Pirajá, onde Mariana foi pressionada contra um poste.
Depoimento do pai sobre a perda
Ibrahim Abdul Hak Neto, pai de Mariana, falou sobre a dor emocional e física que a família enfrenta. 'A dor é dupla, pois é uma dor que é física e é a dor emocional de perder o filho. Ela era uma fonte de alegria, de amor, de juventude, aquela pessoa que, quando você sabe que está com você, que está em casa, traz a música, a dança, as piadas, a alegria, as provocaçõezinhas', disse. Ele também mencionou que Mariana havia decidido se estabelecer no Brasil após morar em diversos países devido à carreira diplomática dos pais. A jovem havia acabado de chegar ao Rio de Janeiro.