Autópsia revela detalhes chocantes do assassinato de adolescente atribuído a D4vd; cantor enfrenta pena de morte
O relatório da autópsia da adolescente Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, divulgado pelo Departamento de Medicina Legal do Condado de Los Angeles, detalha lesões penetrantes múltiplas e desmembramento do corpo. O cantor D4vd, acusado pelo crime, comparecerá ao tribunal nesta sexta-feira (25) e pode enfrentar pena de morte se condenado.
Detalhes da autópsia
O laudo do médico legista Dr. Ansel T. Rodriguez, concluído em 9 de dezembro de 2025, descreve que o exame foi limitado devido a 'alterações post mortem extensas'. O documento confirma 'múltiplas lesões penetrantes' no corpo de Celeste Rivas Hernandez, além de sinais de desmembramento. A causa da morte foi oficialmente registrada como 'homicídio por múltiplas lesões penetrantes'. O relatório também menciona a ausência de sinais de agressão sexual, embora testes toxicológicos não tenham sido realizados devido ao estado avançado de decomposição.
Contexto do caso
D4vd, cujo nome real é David Michael Vargas, foi preso em janeiro de 2026 após uma denúncia anônima levar a polícia a um local onde partes do corpo de Celeste foram encontradas. O cantor, conhecido por sua carreira musical no gênero emo rap, teve colaborações removidas de plataformas como Spotify e Apple Music após as acusações. A família da vítima rompeu o silêncio em abril de 2026, declarando que 'só queremos justiça' e criticando a demora no julgamento. O caso ganhou repercussão internacional devido à fama de D4vd e à brutalidade do crime.
Implicações legais e culturais
D4vd enfrenta acusações de homicídio qualificado, que podem resultar na pena de morte na Califórnia. O julgamento está previsto para começar em junho de 2026, e a defesa do cantor ainda não apresentou uma linha clara de argumentação. O caso reacendeu debates sobre a responsabilidade de plataformas digitais em monitorar conteúdos associados a artistas acusados de crimes graves. Além disso, a comunidade musical tem discutido o impacto da violência na indústria, com artistas como Tyla e Zara Larsson se manifestando sobre a necessidade de maior proteção a jovens fãs.