Lee Cronin's 'The Mummy' Redefine Monstro Egípcio com Possessão Demoníaca e Violência Gráfica
A releitura de Lee Cronin para 'The Mummy' abandona a mitologia egípcia tradicional em favor de uma abordagem mais moderna e violenta, focando em possessão demoníaca em vez de múmias envoltas em linho. O filme centra-se na família Cannon, que lida com o retorno perturbador de sua filha Katie após um desaparecimento de oito anos.
Nova Abordagem para o Clássico Monstro
Lee Cronin, conhecido por suas ferramentas em 'Evil Dead Rise', emprega uma forte afinidade com a técnica de split diopter em 'Lee Cronin's The Mummy'. O filme troca a convencional mitologia egípcia e a imagem da múmia lenta e envolta em linho por uma interpretação mais rápida, sangrenta e contemporânea. A narrativa se afasta da convenção ao apresentar uma história de possessão demoníaca com um tom niilista, centrando-se na família Cannon. Katie Cannon, interpretada por Emily Mitchell e mais tarde por Natalie Grace, é o foco após seu desaparecimento de oito anos e retorno em um sarcófago não especificado perto de Aswan, mostrando-se mal e catatônica. A família, incluindo os pais Charlie (Jack Reynor) e Larissa (Laia Costa), o irmão Sebastian (Shylo Molina) e a irmã mais nova Maud (Billie Roy), juntamente com a avó Carmen (Veronica Falcon), se muda para o Novo México, onde o comportamento perturbador de Katie logo causa estragos no lar, enquanto Charlie busca respostas.