BYD entra na guerra de chips com processador próprio para direção autônoma; YouTube lança feed personalizado por IA
A BYD anunciou o chip XUANJI A3, desenvolvido internamente para direção autônoma, com 2.100 TOPS de poder computacional e produção em larga escala na China. Enquanto isso, o YouTube introduziu uma ferramenta de IA que cria feeds personalizados baseados em descrições dos usuários. A IBM também revelou planos de investir US$ 10 bilhões em computação quântica até 2029, e a OMM alertou para temperaturas globais recordes nos próximos cinco anos.
BYD lança chip próprio para veículos autônomos
A BYD apresentou o chip XUANJI A3, desenvolvido pela própria montadora para suportar direção autônoma. O processador, fabricado em tecnologia de 4 nanômetros, oferece 2.100 TOPS (trilhões de operações por segundo) de poder computacional por veículo. O anúncio ocorreu durante evento em Shenzhen, onde a empresa confirmou que o chip já está em produção em larga escala. Este é o primeiro chip de 4 nm para direção autônoma produzido na China.
YouTube testa feed personalizado com IA
O YouTube anunciou uma nova ferramenta de inteligência artificial que permite aos usuários criar feeds personalizados de vídeos. Por meio de comandos de texto, os usuários podem descrever o tipo de conteúdo que desejam assistir, e a plataforma gera uma página exclusiva que pode ser fixada no topo da tela inicial. A novidade visa aprimorar a experiência de descoberta de conteúdo na plataforma.
IBM investe bilhões em computação quântica
A IBM planeja investir mais de US$ 10 bilhões em computação quântica nos próximos cinco anos. A meta é construir, até 2029, o primeiro computador quântico de grande escala do mundo, capaz de executar cálculos complexos sem margem de erro. O investimento reflete a corrida global por avanços em tecnologia quântica.
OMM alerta para temperaturas globais recordes
Um estudo da Organização Meteorológica Mundial (OMM) projeta que as temperaturas médias globais continuarão em níveis recordes ou próximos deles nos próximos cinco anos. O aquecimento global persiste devido à queima contínua de combustíveis fósseis, como carvão, óleo e gás, com anomalias de temperatura previstas em várias regiões do planeta.