Virginia Evans revela paixão por livros de fantasia e mistério em entrevista ao The Guardian
A romancista finalista do Women’s Prize, Virginia Evans, compartilha suas memórias literárias e influências, destacando obras como 'As Crônicas de Nárnia' e 'Nancy Drew'. Evans enfatiza seu amor por histórias que exploram mundos impossíveis e a importância da leitura na infância ao lado da irmã.
Inspirações literárias e memórias de infância
Virginia Evans, finalista do Women’s Prize for Fiction, relembra suas primeiras experiências com a leitura ao lado da irmã mais velha, citando obras como 'O Coelho de Veludo' (The Velveteen Rabbit), de Margery Williams, e 'Onde Termina a Calçada' (Where the Sidewalk Ends), de Shel Silverstein. Evans destaca que sua irmã foi fundamental para despertar seu interesse pela leitura, descrevendo momentos compartilhados no carro da família ou em seus quartos. Durante a infância, Evans se encantou por gêneros como mistério e fantasia, mencionando séries como 'Nancy Drew' e 'The Boxcar Children', além de clássicos como 'As Crônicas de Nárnia' e 'O Vento nos Salgueiros'. Para ela, essas obras representavam uma forma de escapismo, com narrativas sobre crimes resolvidos por crianças, animais falantes e viagens no tempo.
Influências literárias e impacto emocional
Evans cita autores como John Steinbeck, Joan Didion e Jhumpa Lahiri como influências significativas em sua carreira. Ela também revela ter chorado ao reler 'Mulherzinhas' (Little Women) aos 30 anos, demonstrando a profundidade emocional que a literatura pode evocar. Sua paixão por histórias que exploram 'coisas que não podem existir' reflete uma busca por mundos alternativos, uma característica marcante em sua própria escrita.