Empresas redefinem papel de gestores em meio a cortes e adoção de IA; Coinbase e Block adotam modelo de 'player-coaches'
Empresas como Coinbase e Block estão eliminando cargos de gestão pura e exigindo que líderes atuem como 'player-coaches', combinando funções de supervisão e contribuição individual. A média de subordinados por gestor aumentou de 10,9 em 2024 para 12,1 em 2025, segundo dados da Gallup.
Modelo 'player-coach' ganha força em meio a layoffs e equipes enxutas
A Coinbase anunciou em carta aos funcionários que não terá mais 'gestores puros', exigindo que todos os líderes sejam também 'contribuidores individuais ativos'. O CEO Brian Armstrong destacou que os gestores devem atuar como 'player-coaches', trabalhando lado a lado com suas equipes. O modelo é adotado em um contexto de cortes de pessoal e otimização de equipes, impulsionado pela adoção de IA. A Block também aderiu ao termo 'player-coach', enquanto a Meta renomeou alguns gestores como 'líderes organizacionais'.
Gestores assumem mais subordinados e pressão aumenta
Dados da Gallup revelam que o número médio de subordinados por gestor subiu de 10,9 em 2024 para 12,1 em 2025. A tendência reflete a busca por maior eficiência operacional, mas também aumenta a pressão sobre os líderes, que agora acumulam responsabilidades de supervisão e execução de tarefas.