Enfermeira enfrenta batalha judicial solitária contra dívida de US$ 55 mil em empréstimos estudantis privados nos EUA
Hannah Bates, enfermeira de 30 anos, foi processada pela Sallie Mae após um erro sistêmico levar ao não reconhecimento de um pagamento, resultando em inadimplência. Com salário anual de US$ 45 mil, ela luta para negociar parcelas acessíveis e evitar penhora de salário e danos ao crédito. Situações como a dela podem se tornar mais comuns com mudanças nas políticas de reembolso federal sob o governo Trump.
Erro sistêmico e inadimplência
Hannah Bates recebeu um e-mail inesperado da Sallie Mae em outubro de 2024, informando que seu empréstimo havia sido quitado. Ao entrar em contato com a instituição, foi informada de que se tratava de um 'glitch' no sistema. Seis meses após o ocorrido, a Sallie Mae a processou por uma dívida de US$ 55 mil. Bates, que inicialmente pagava US$ 1.500 mensais, reduziu o valor para cerca de um terço após assumir um emprego como enfermeira com salário anual de US$ 45 mil. Um pagamento realizado por telefone não foi registrado, levando à inadimplência. A Sallie Mae afirmou que mantém comunicação constante com os devedores, mas não comentou o caso específico.
Riscos e consequências
Bates busca negociar parcelas mais acessíveis para evitar penhora de salário e danos ao seu score de crédito. Especialistas alertam que casos como o dela podem se multiplicar, especialmente com as mudanças nas políticas de reembolso federal sob o governo Trump, que devem direcionar mais estudantes para empréstimos privados. A falta de clareza nas comunicações da Sallie Mae dificultou a reversão do status de inadimplência de Bates, segundo seu relato.