Prefeito de Nova York boicota desfile anual pró-Israel e reafirma oposição ao governo sionista
O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, não participou do desfile anual do Dia de Israel, realizado em 31 de maio de 2026, alegando oposição ao governo israelense. Mamdani, o primeiro prefeito muçulmano da cidade, criticou duramente o regime sionista, acusando-o de genocídio em Gaza e ameaçando prender Benjamin Netanyahu caso visitasse Nova York. Outros políticos progressistas, como Brad Lander, também ausentaram-se do evento.
Contexto político e reações
Zohran Mamdani, eleito como o primeiro prefeito muçulmano de Nova York, reforçou sua posição contrária ao governo de Israel durante o desfile anual do Dia de Israel, realizado em 31 de maio de 2026. Em coletiva de imprensa na semana anterior, Mamdani declarou: 'Eu disse durante a campanha eleitoral que não participaria do desfile, e deixei minhas opiniões sobre o governo israelense bem claras'. O prefeito já havia acusado Israel de cometer genocídio em Gaza e ameaçado prender o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu caso este visitasse a cidade. Os organizadores do evento, que ocorre desde 1964, afirmaram que Mamdani foi a primeira liderança a faltar à parada, embora não possuam registros completos de presença. Outros políticos progressistas, como o controlador da cidade, Brad Lander, também não compareceram. Lander, um judeu antissionista, optou por fazer campanha com um grupo judaico progressista em Manhattan. Grupos aliados ao prefeito, incluindo 'Judeus pela Justiça Racial e Econômica' e 'Israelenses pela Paz', também boicotaram o desfile. Apesar das ausências, autoridades como a governadora Kathy Hochul e Jessica Tisch, comissária de polícia de Nova York, marcaram presença. Representantes israelenses, incluindo Amir Ohana, presidente do Knesset, também participaram do evento.