Bruce Springsteen critica fundo de US$ 1,8 bilhão de Trump para apoiadores do 8 de janeiro
Bruce Springsteen usou seu show em Washington, D.C., para criticar duramente o fundo de US$ 1,8 bilhão anunciado pelo governo Donald Trump, destinado a compensar pessoas que enfrentaram repercussões legais após os ataques ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. O músico classificou a iniciativa como um 'ultraje americano'.
Contexto da crítica
Durante apresentação no estádio Nationals Park em 27 de maio de 2026, Bruce Springsteen direcionou críticas ao plano do Departamento de Justiça dos EUA, que prevê a criação de um fundo de quase US$ 1,8 bilhão para aqueles que, segundo a narrativa do governo, 'sofreram com a instrumentalização e a guerra jurídica'. O fundo é interpretado por críticos como uma forma de compensar indivíduos envolvidos nos distúrbios ocorridos após a derrota de Trump nas eleições de 2020. Springsteen afirmou que o fundo visa 'recompensar pessoas que atacaram o Capitólio, nossa democracia e agrediram policiais'.
Reação do público e posicionamento político
A declaração de Springsteen foi recebida com aplausos pelo público presente. O músico reforçou que a iniciativa é uma 'tragédia americana' e que apenas o povo dos EUA pode detê-la. A crítica ocorre em um contexto de polarização política nos Estados Unidos, com Trump defendendo medidas que seus opositores consideram uma tentativa de reescrever narrativas sobre os eventos de 6 de janeiro.