Termo 'vibe coding' gera polêmica e divide opiniões no mercado de IA; leitores sugerem alternativas como 'slopcoding'
O criador do Claude Code na Anthropic, Boris Cherny, declarou cansaço do termo 'vibe coding', usado para descrever a geração de código por inteligência artificial. Uma pesquisa do Business Insider revelou que leitores propõem alternativas como 'slopcoding', 'slopmaxxing' e 'vulnerability creation', refletindo ceticismo e preocupações com segurança e empregabilidade no setor.
Origem e rejeição do termo 'vibe coding'
Boris Cherny, criador da ferramenta Claude Code na Anthropic, expressou insatisfação com o termo 'vibe coding', amplamente utilizado para descrever a prática de solicitar que sistemas de IA gerem código de programação. Durante a conferência de desenvolvedores da Anthropic, Cherny destacou a necessidade de uma nova nomenclatura, motivando o Business Insider a realizar uma pesquisa com leitores para encontrar alternativas. A enquete recebeu centenas de respostas, divididas entre profissionais que utilizaram a técnica nos últimos seis meses e aqueles que nunca a empregaram.
Alternativas propostas e críticas ao uso de IA na programação
A maioria das sugestões dos leitores demonstrou descontentamento com a tecnologia de geração de código por IA. O termo mais recorrente foi 'slop', que ganhou popularidade nos últimos anos para descrever conteúdos gerados por IA, como textos, imagens e vídeos. Entre as propostas estavam 'slopcoding', 'slopmaxxing', 'slopping', 'slopify' e 'Slop as a Service (SaaS)'. Outras sugestões incluíram 'clanker' (referência pejorativa a máquinas de IA em 'Star Wars'), 'vulnerability creation' (aludindo a riscos de segurança) e 'garbage generation'. Alguns leitores também mencionaram termos como 'cheapskating coding' e 'proscamming', enquanto outros associaram a prática à 'job destruction' e 'unemployment', evidenciando preocupações com o impacto no mercado de trabalho.