Hezbollah e Israel Escalada de Confronto: Ataques Mútuos no Líbano e Irã
O Hezbollah lançou uma ofensiva contra Israel em retaliação a ataques israelenses em território libanês, detonando dispositivos explosivos e alvejando concentrações de soldados com foguetes e drones. Em resposta, Israel anunciou ataques em larga escala contra infraestruturas do regime iraniano em Teerã e bombardeios em Beirute, com planos de ocupação militar do sul do Líbano.
Ofensiva do Hezbollah e Retaliação Israelense
Em 3 de abril, combatentes do Hezbollah iniciaram uma ofensiva contra Israel, detonando um dispositivo explosivo contra uma força israelense na área de Deir Hanna, na cidade de Al-Bayyada, com baixas confirmadas. O grupo armado também alvejou concentrações de soldados israelenses em Ma’aliya e outras localidades com foguetes e drones. Esta ação é uma retaliação direta aos contínuos ataques de Israel contra o Líbano, que incluíram ataques a fiéis saindo de uma mesquita em Sohmor, resultando em mortos e feridos, além de ataques aéreos e de artilharia em diversas cidades e vilarejos libaneses. O porta-voz do exército israelense emitiu alertas de evacuação para subúrbios do sul de Beirute.
Anúncio de Ataques Israelenses e Ocupação do Sul do Líbano
As Forças de Defesa de Israel declararam ter lançado uma onda de ataques em grande escala contra infraestruturas do regime iraniano em Teerã, simultaneamente a bombardeios em Beirute. Paralelamente, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, anunciou que Israel ocupará militarmente a maior parte do sul do Líbano após o término da guerra contra o Hezbollah, com o objetivo de destruir casas na região de fronteira. A intenção é manter o controle de segurança sobre toda a área até o rio Litani, demolindo vilarejos adjacentes à fronteira no Líbano, seguindo um modelo aplicado em Gaza. Centenas de milhares de libaneses deslocados seriam impedidos de retornar durante este período, visando criar uma "faixa de segurança".