Andrew Ridgeley reflete sobre legado 'atemporal' de George Michael e impacto na nova geração de compositores
Andrew Ridgeley, ex-integrante da dupla WHAM!, falou ao NME sobre o legado 'duradouro' de George Michael, destacando que sua música transcende gerações por abordar 'emoções humanas fundamentais'. Michael recebeu postumamente o Academy Fellowship, maior honraria da The Ivors Academy, em cerimônia realizada em Londres no dia 21 de maio de 2026.
Reconhecimento póstumo e legado musical
George Michael foi homenageado postumamente com o Academy Fellowship, prêmio concedido pela The Ivors Academy a artistas que deixam um impacto duradouro na música. A honraria foi recebida por Andrew Ridgeley, seu ex-parceiro na dupla WHAM!, durante a cerimônia dos Ivor Novellos em 21 de maio de 2026, no Grosvenor Hotel, em Londres. Ridgeley destacou em seu discurso o impacto de Michael em uma nova geração de compositores e a relevância contínua de suas obras. O Academy Fellowship já foi concedido a nomes como Paul McCartney, Bruce Springsteen, Kate Bush, Sting, U2 e Elton John.
Trajetória e influência de George Michael
George Michael e Andrew Ridgeley formaram a dupla WHAM! em 1981, lançando sucessos como 'Wake Me Up Before You Go Go', 'Last Christmas' e 'I’m Your Man'. A parceria durou até 1986, quando Michael iniciou sua carreira solo com o álbum 'Faith', em 1987. O músico faleceu em 25 de dezembro de 2016, devido a complicações relacionadas a doenças cardíacas e hepáticas. Ridgeley afirmou que Michael 'teria ficado imensamente orgulhoso' de receber a homenagem, especialmente por ser reconhecido ao lado de artistas que influenciaram sua formação como compositor.
A universalidade da música de George Michael
Ao ser questionado sobre a capacidade da música de George Michael de ressoar com públicos de diferentes gerações e culturas, Ridgeley atribuiu o fenômeno à sua 'natureza duradoura'. Segundo ele, as composições de Michael 'falam às emoções humanas fundamentais', seja pela energia vibrante da WHAM! ou pela profundidade soul de suas obras solo. Ridgeley ressaltou que essa conexão emocional é o que torna a música de Michael 'atemporal'.