Duolingo Desiste de Avaliar Adesão de Funcionários à IA como Fator de Desempenho
O Duolingo não considerará mais o uso de inteligência artificial generativa como um sinal positivo no desempenho de seus funcionários. O CEO Luis von Ahn afirmou que a prioridade é "fazer o melhor possível", independentemente do uso da tecnologia. A decisão atende a reclamações de trabalhadores que questionavam a obrigatoriedade do uso da IA.
Mudança de Postura sobre IA Generativa
O Duolingo reavaliou sua política de avaliação de desempenho após receber questionamentos de funcionários sobre a obrigatoriedade do uso de inteligência artificial generativa. O CEO Luis von Ahn declarou em entrevista ao podcast Silicon Valley Girl que o foco principal será em "fazer o melhor possível". Ele assegurou que a empresa não forçará o uso da IA caso a tecnologia não apresente benefícios concretos para a tarefa em questão.
Implementação de IA e Reação dos Funcionários
Recentemente, o Duolingo intensificou a substituição de profissionais terceirizados por inteligência artificial em tarefas que a tecnologia poderia executar. No entanto, a empresa já havia se posicionado anteriormente, garantindo que a IA não serviria como substituta de empregados e que a contratação permanecia em ritmo anterior. Recursos de IA, como videochamadas com personagens e explicações de erros, foram integrados ao aplicativo.