Subnautica 2 enfrenta polêmica com peixes imortais e falta de combate no jogo
Subnautica 2, lançado oficialmente em 2026, mantém a filosofia de não violência dos desenvolvedores, mas jogadores criticam a ausência de mecanismos de defesa contra criaturas agressivas. Atualizações são esperadas para resolver problemas de imersão causados por peixes que não morrem, mesmo após ataques repetidos.
Filosofia de não violência e desafios técnicos
O jogo Subnautica 2, desenvolvido pela Unknown Worlds Entertainment, reforça a decisão de não incluir combate como um dos pilares da experiência. Segundo os desenvolvedores, a proposta é manter a imersão em um ambiente de sobrevivência e exploração, onde a interação com a fauna é baseada em fuga e estratégias não letais. No entanto, a ausência de um sistema de defesa eficaz contra criaturas agressivas tem gerado frustração entre os jogadores, que relatam situações em que peixes atacantes não morrem, mesmo após múltiplos golpes.
Jogadores pedem soluções para problemas de imersão
A comunidade de jogadores tem destacado a necessidade de atualizações que ofereçam melhores meios de defesa, sem necessariamente introduzir combate direto. Entre as sugestões estão a implementação de kits de primeiros socorros mais eficazes, armadilhas não letais e mecanismos que permitam aos jogadores evitar ou neutralizar temporariamente ameaças. A desenvolvedora ainda não anunciou mudanças específicas, mas reconheceu os feedbacks e prometeu ajustes futuros para melhorar a experiência.
Subnautica 2 quebra recordes de vendas e engajamento
Apesar das críticas, Subnautica 2 registrou um lançamento histórico na Steam, superando os números do primeiro jogo. O título alcançou a marca de mais de 1 milhão de jogadores simultâneos nas primeiras 24 horas, consolidando-se como um dos lançamentos mais bem-sucedidos de 2026. A filosofia de não violência, embora controversa, tem sido apontada como um diferencial que atrai jogadores em busca de uma experiência única de sobrevivência e exploração.