Justiça proíbe co-fundador da Maverick City Music de lançar músicas concorrentes em meio a disputa legal
Um juiz de Nova York concedeu uma liminar preliminar à Maverick City Music, impedindo Tony Brown, co-fundador da gravadora, de lançar músicas com seu novo grupo God Aura. A decisão ocorre em meio a uma batalha judicial sobre o acordo de compra de suas ações na empresa, avaliado em US$ 5 milhões em 2023. Brown alega que a cláusula de não concorrência é inválida e que a Maverick City o sub-remunerou em cerca de US$ 2 milhões.
Contexto da disputa legal
A Maverick City Music obteve uma vitória judicial temporária ao conseguir uma liminar que impede Tony Brown, ex-co-fundador da gravadora, de prosseguir com lançamentos musicais sob o nome God Aura. Brown vendeu suas ações na empresa em 2023 por US$ 5 milhões para o atual CEO, Norman Gyamfi, mas alega que o acordo de compra foi desrespeitado, com uma suposta dívida de cerca de US$ 2 milhões por parte da Maverick City. A gravadora, por sua vez, acusa Brown de violar uma cláusula de não concorrência ao lançar um projeto musical concorrente no segmento de música cristã.
Decisão judicial e impactos
A juíza Nancy M. Bannon determinou que a validade do contrato de compra das ações de Brown ainda será analisada com base em evidências apresentadas pelas partes. Até que uma decisão final seja proferida, Brown está proibido de lançar novas músicas ou manter o álbum 'Wonderful Child', lançado em dezembro de 2025, disponível em plataformas digitais. A liminar representa um revés temporário para Brown, que argumenta que a cláusula de não concorrência é nula e que a Maverick City não cumpriu integralmente o acordo financeiro.