Senador Rodrigo Pacheco descarta indicação ao STF e afirma que 'página está virada'
O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) reafirmou que não há possibilidade de seu nome ser indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF) após a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias. Pacheco classificou as especulações como superadas e destacou que o assunto não será reconsiderado. Aliados do governo sugerem que seu nome teria mais chances de aprovação, mas o senador manteve a posição.
Contexto da rejeição de Jorge Messias
A derrota do advogado-geral da União, Jorge Messias, na sabatina do Senado para o STF, ocorrida em 29 de abril de 2026, reacendeu debates sobre possíveis substitutos. Senadores governistas e da oposição indicaram que, caso o presidente Lula tivesse enviado o nome de Rodrigo Pacheco, o resultado poderia ter sido diferente. A rejeição de Messias foi atribuída ao clima eleitoral e ao caso Master, que envolve suspeitas de irregularidades em contratos públicos.
Reações no Congresso e perspectivas futuras
Após a derrota de Messias, aliados do governo passaram a defender a indicação de uma mulher para a vaga no STF como estratégia para pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e a oposição. A oposição, por sua vez, afirmou que não há clima para o envio de um novo nome antes das eleições de 2026. Pacheco, que já havia sido mencionado como nome preferido de Alcolumbre, reiterou que não considera a possibilidade de indicação.