TSA retoma operações normais após fim do shutdown mais longo da história nos EUA
O shutdown parcial do governo dos EUA, que durou 76 dias, chegou ao fim após a Câmara dos Representantes aprovar um projeto de lei para reabrir a maioria dos setores do Departamento de Segurança Interna. A medida garante financiamento integral para a Transportation Security Administration (TSA), evitando novos atrasos em aeroportos antes do início da alta temporada de viagens de verão e da Copa do Mundo na América do Norte.
Impacto nos aeroportos e medidas emergenciais
Durante o shutdown, os aeroportos enfrentaram filas de segurança de três a quatro horas devido ao alto número de faltas de agentes da TSA, que trabalhavam sem remuneração. Em abril, o presidente Donald Trump adotou uma ação executiva para pagar os funcionários, aliviando temporariamente as filas. No entanto, mais de 1.100 agentes da TSA pediram demissão ou deixaram seus postos desde meados de fevereiro, o que pode gerar lentidão nos checkpoints mesmo após a normalização. A união dos trabalhadores da TSA classificou como 'inaceitável' o tempo que o Congresso levou para resolver a situação.
Perspectivas para viajantes
Com o fim do shutdown, espera-se que os aeroportos operem com capacidade normal antes do aumento de passageiros no verão. A medida também ocorre a pouco mais de um mês do início da Copa do Mundo na América do Norte, um evento que deve atrair milhões de turistas. Apesar da normalização, especialistas alertam para possíveis reflexos da redução no quadro de funcionários da TSA nos próximos meses.