Candidatos às eleições de 2026 com mandados de prisão por dívida de pensão alimentícia
Após a revelação de que nove candidatos às eleições de 2026 possuíam mandados de prisão em aberto devido a dívidas de pensão alimentícia, diversos candidatos e partidos reagiram. Um candidato na Paraíba renunciou à candidatura; outros três afirmaram já ter quitado os débitos; um candidato no Rio Grande do Sul está regularizando os valores; e outros casos foram classificados como erros processuais ou já foram resolvidos. Embora a dívida de pensão não gere inelegibilidade, o mandado de prisão civil pode ser executado se o candidato for encontrado, limitando sua participação presencial na campanha.
Reações dos candidatos e partidos
Após a divulgação dos mandados no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), os candidatos afetados apresentaram diferentes justificativas. Bruno Souto Martins (UP, Paraíba) renunciou à candidatura após o fato ser tornado público. Carlos Alexandre Ferreira Silva (Solidariedade, Amazonas) e Elivaldo Saldanha Brasil (Republicanos, Roraima) afirmaram que os pagamentos já haviam sido realizados, mas os sistemas não haviam sido atualizados. João Reginaldo de Alencar Filho (Novo, Rondônia) e Vitor Hugo Pinheiro Bicca (Novo, Rio Grande do Sul) tiveram seus casos atribuídos a erros processuais ou dificuldades financeiras passadas, com promessas de regularização. O MDB-RS e o Republicanos do Amapá informaram que desconheciam as ações contra os candidatos de suas bases.