Fã de Kenny Chesney não pode processar cantor após ser enganada por impostor
Uma mulher que foi enganada em mais de US$ 300 mil por um impostor que se passava pelo cantor country Kenny Chesney não pode processar a estrela. Um tribunal de apelação da Califórnia decidiu que não há precedentes legais que exijam que celebridades protejam seus fãs contra fraudes de terceiros, mesmo que tais golpes sejam sofisticados e frequentes.
Decisão Judicial
O tribunal de apelação da Califórnia manteve a decisão de um juiz de primeira instância que descartou as acusações contra Kenny Chesney. A justiça argumentou que exigir que celebridades emitam avisos constantes em suas redes sociais e sites para evitar que impostores usem sua imagem para golpes iria além do que é suportado pelo senso comum e pelas políticas públicas.
O Caso de Patricia Linson
A vítima, Patricia Linson, foi contatada em 2021 por um impostor no LinkedIn que alegava dificuldades financeiras e pediu dinheiro para reparos em instrumentos e produção de videoclipes. Ela foi convencida pelo fraudador, que compartilhou detalhes de shows e lançamentos que ainda não eram públicos. Após descobrir o golpe, ela processou o cantor por negligência, alegando que ele deveria ter tomado medidas proativas para alertar seus fãs sobre a 'epidemia' de fraudes.